O post anterior reforça a idéia de que as metodologias ágeis não podem ser impostas, como processos, mas acho que devem ser pensadas e assimiladas, para facilitar e inclusive humanizar a forma como as coisas são feitas (digo, o software).
Este outro artigo, fala sobre isso.
Segue um trecho:
Jeff Patton sugere que Agile é realmente uma cultura que gera processos e não apenas um processo e que deve afetar diretamente o nosso modo de ensinar aos outros a adotar Agile. Ele introduz esta idéia em uma conversa:
Sentado com meu amigo Jonathan no almoço na semana passada, nós falávamos sobre mudanças no processo que ele sentiu ser forçado a fazer. Ele adicionou mais times e os times foram crescendo. As coisas precisavam mudar. Jonathan estava, justificadamente, preocupado com o fato que todos os novos processos que sendo adicionados desmoronariam na comunicação fluente e trabalho em equipe, que ele tinha trabalhado tanto para promover. “Como voce mantém essas coisas em seu processo?” Ele perguntou. Depois de conversarmos um pouco nós decidimos que estas coisas não são realmente pontos de processo – ao invés disso elas são parte da cultura da empresa. Estas eram as coisas que ele e os outros em sua empresa valorizavam.
De vez em quando me sinto particularmente sábio. Isso é momentâneo e algumas vezes eu recebo um “falso positivo” – idéias estúpidas que soam como sábias. Mas eu disse isso e pareceu sensato o suficiente para Jonathan.
Cultura é processo. Identifique sua cultura e a promova.
Jeff sugeriu que a cultura atualmente gera o processo:
a cultura não dita um processo preciso, os valores culturais suportados pelas estruturas de ensino embutido nas culturas e estruturas de base tais como as normas e tudo mais, conduzem a um processo comumente entendido.
Confira na integra:
Agile é Cultura não um Processo
Definitivamente acho este um assunto muito vasto (metodologias ágeis), e que deve ser muito bem discutido.
Abraços.
Tags: Agile
Adjaiou é sobre pessoas que fazem software bem, o resto é acessórios.